Manchete: Hebe vence o câncer e diz que deus não a abandonou. Mas eu acho que o ponto não é exatamente esse. O ponto é que deus não a quer lá em cima. Deus: Hebe está doente? Câncer? Puta que pariu, cura essa porra, vai, vai, logo para não correr risco.
Outro destaque, digo notícia, não se pode negar, é a oficialização do diretor da quarta parte de Crepúsculo (que será dividida em duas), Amanhecer. Bill Condon foi anunciado hoje, 28.05. Um excelente roteirista (Chicago), não tão bom diretor, mas, de toda forma, não merecia uma cruz dessas nas costas, mas afinal, estava precisando de dinheiro, ao que se fala.
Na terça-feira, compareci na Livraria Internacional SBS, na Rosa e Silva, para uma palestra de Wellington de Melo sobre os (citarei o nome do artigo) Rumos do ensino de língua espanhola: reflexões e propostas para ensino médio. Entre os pontos tocados, numa palestra voltada para professores de línguas e acadêmicos (além de metidos como eu), Enem e a valorização da língua espanhola. Entre as reflexões levantadas está a questão da interdisciplinaridade e os valores culturais não apenas como simples curiosidade, mas, sim, como base para o ensino da língua; como o próprio Wellington, com não exatamente estas palavras, disse: a língua se alimenta da cultura e a cultura da língua, mas não há língua sem isso. Eu mesmo tive a oportunidade, enquanto aluno dele por três anos, de participar dessa proposta de cultura e até interdisciplinaridade e, atesto, é realmente a forma, ao meu ver, mais interessante e eficiente de se viver uma língua. Mais informações se podem ter através do site: http://wellingtondemelo.com.br.