Hoje fui com Olga, Lucas Coutinho e Carol ao Cinema São Luís. O filme: As melhores coisas do mundo. Isso! de novo. E esse filme do ponto de vista cinematográfico é tão bem feito, há um cuidado imenso. Mas… o que mais me afeta é gostar tanto da fase em que estou vivendo, mostra como tudo é tão bom, complicado e fácil, feio e belo, tão jovem e perdido no tempo. Mas acho que o que já me afetara na outra vez que assisti e hoje novamente é que o filme inspira o amor – quer dizer, em mim. Dá vontade de se apaixonar, de correr, de gritar. E, mais especificamente, dá vontade de correr atrás da pessoas que se ama e desesperadamente beijá-la e dizer com a singeleza e o descontrole que só a sinceridade pulsante dá: eu te amo. Pois, em estado nostálgicos se percebe que nada é para sempre e que amanhã alguém pode se perder na estrada.
Enfim, ontem começou Cannes, com a exibição de Robin Hood (que assistirei na segunda-feira, quando estréia no Brasil) e algumas palavras do mestre Tim Burton. Esse ano decidi não fazer a cobertura e simplesmente apreciar o festival. Lógico, se alguém estiver muito interessado na cobertura, me mande para lá que faço tudo com muito prazer. Mais informações podem ser obtidas no site oficial: http://www.festival-cannes.com.